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	<title>O Meu Melhor Modo de Ser</title>
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	<description>A vida o trata como você se trata. Vamos aprender a nos tratar do melhor modo possível!</description>
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		<title>Armadilha nº 8: A dança descontrolada, a obsessão e dependência</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 17:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres Que Correm Com Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[A velha senhora cometeu três erros de avaliação. Embora no  nível do ideal espere-se que ela seja o guardião, o guia da psique, ela está cega demais para ver a verdadeira natureza dos sapatos pelos quais ela própria pagou. Ela &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/27/armadilha-no-8-a-danca-descontrolada-a-obsessao-e-dependencia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3894&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm3.staticflickr.com/2043/2270481723_e9da14b2f6_z.jpg?zz=1" alt="" width="451" height="640" /></p>
<p style="text-align:justify;">A velha senhora cometeu três erros de avaliação. Embora no  nível do ideal espere-se que ela seja o guardião, o guia da <em>psique</em>, ela está cega demais para ver a verdadeira natureza dos sapatos pelos quais ela própria pagou. Ela é incapaz de perceber que a menina ficou encantada por eles ou mesmo de detectar o caráter do homem de barba ruiva que está esperando perto da igreja.<br />
O velho de barba ruiva tamborilou nas solas dos sapatos da menina, e a vibração dessas cócegas pôs os pés da menina a dançar. Ela dança agora, ah, como dança, só que não consegue parar. Tanto a  velha senhora, que supostamente deveria agir como <em>guardião da psique</em>, quanto a menina, que deveria exprimir a <em>alegria da psique</em>, estão completamente desvinculadas de todo instinto e bom senso.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3894"></span>A menina já tentou tudo: adaptar-se à velha senhora, não se adaptar, ser dissimulada, &#8220;ser boazinha&#8221;, perder o controle e sair dançando, dominar-se e tentar voltar a ser boazinha. Nesse ponto, sua terrível privação do espírito e do significado mais uma vez a força a apanhar os sapatinhos vermelhos, a calçá-los e a começar sua última dança, a dança que a levará para o vazio da inconsciência.<br />
Ela trivializou uma vida árida e cruel, instalando, com isso, na sua sombra um anseio ainda maior pelos sapatos da loucura. O homem de barba ruiva transmitiu vida a alguma coisa, mas não à menina: aos sapatos torturantes. A menina começa então a desperdiçar sua vida num redemoinho que, como qualquer tipo de dependência, não gera a abundância, esperança ou felicidade mas, sim, trauma, medo e esgotamento. Para ela não há descanso.<br />
Quando ela tenta entrar rodopiando no adro de uma igreja, há ali um espírito guardião que não lhe permite a entrada. O espírito lança-lhe a seguinte maldição:<br />
&#8220;Você irá dançar com esses sapatos vermelhos até que fique como uma alma penada, como um fantasma, até que sua pele pareça suspensa dos ossos, até que não sobre nada de você a não ser entranhas dançando. Você irá dançar de porta em porta por todas as aldeias e baterá três vezes a cada porta. E, quando as pessoas espiarem quem é, verão que é você e temerão que seu destino se abata sobre elas. Dancem, sapatos vermelhos. Vocês devem dançar.&#8221; O espírito guardião a encerra, portanto, numa obsessão que é análoga a uma dependência física.<br />
A vida de muitas mulheres criativas seguiu esse modelo. Quando era adolescente, Janis Joplin tentou se adaptar aos costumes da sua cidadezinha. Mais tarde, ela se rebelou um pouco, escalando os morros à noite e cantando lá de cima, andando na companhia de &#8220;artistas&#8221;. Depois que seus pais foram chamados à escola para dar conta do  comportamento da filha, ela começou uma vida dupla, agindo na superfície com modéstia, mas atravessando escondida a fronteira para ouvir Jazz. Ela entrou para a universidade, adoeceu gravemente em virtude da dependência às drogas, &#8220;recuperou-se&#8221; e tentou  levar uma vida normal. Aos poucos, ela voltou a beber, formou uma pequena banda, envolveu-se com drogas e assumiu de vez os sapatos vermelhos. Ela dançou e dançou até morrer de overdose aos vinte e sete anos de idade.<br />
Não foi a música, o canto nem a vida criativa finalmente liberada de Janis Joplin que a mataram. Foi a falta de instinto para reconhecer as armadilhas, para saber quando basta, para criar limites para a defesa da saúde e do bem-estar, para entender que os excessos quebram alguns ossinhos psíquicos, depois outros maiores, até que finalmente todo o esqueleto de sustentação da <em>psique</em> cai por terra e a pessoa vira uma massa amorfa em vez de uma força poderosa.<br />
Ela precisava somente de uma sábia imagem interna à qual pudesse se agarrar, um resquício de instinto que durasse até que ela pudesse dar início ao longo trabalho de reformulação do instinto e da percepção íntima. Ela só precisava dar ouvidos à voz selvagem que vive dentro de todas nós, a que sussurra, &#8220;fique aqui o bastante&#8230; fique o tempo necessário para reanimar sua esperança, para abandonar seu sangue-frio terminal, para renunciar a meias-verdades defensivas, para se insinuar, para abrir caminho com precisão ou com violência; fique aqui o suficiente para ver o que é bom para você, para se fortalecer, para fazer aquela tentativa que terá sucesso; fique aqui o suficiente para completar a corrida, não importa quanto tempo demore ou de que forma isso ocorra&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mulheres Que Correm Com Lobos</em>, por Clarissa Pínkola Estés.</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: A5 Magazine</p>
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/mulheres-que-correm-com-lobos/'>Mulheres Que Correm Com Lobos</a> Tagged: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/tag/alguma-coisa/'>alguma coisa</a>, <a href='http://meumelhormododeser.com.br/tag/loucura/'>loucura</a>, <a href='http://meumelhormododeser.com.br/tag/o-vazio/'>o vazio</a>, <a href='http://meumelhormododeser.com.br/tag/sapatos/'>sapatos</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3894/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3894&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Dinheiro e poder</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 17:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[As 7 Etapas de uma Transformação Consciente]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que andamos confundindo o alerta contra adorar o dinheiro com a capacidade de utilizar o dinheiro como um recurso. Quase todo devoto que eu conheço que tem a aspiração de crescer espiritualmente — incluindo a mim mesma — teve &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/27/dinheiro-e-poder/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3892&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm6.staticflickr.com/5296/5493938974_38199922af_z.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p style="text-align:justify;">Parece que andamos confundindo o alerta contra adorar o dinheiro com a capacidade de utilizar o dinheiro como um recurso. Quase todo devoto que eu conheço que tem a aspiração de crescer espiritualmente — incluindo a mim mesma — teve de lutar com questões relacionadas com o dinheiro. Nossas histórias espirituais estão repletas de diretrizes para renunciarmos ao dinheiro em favor de Deus. Um dos pontos de renúncia é destruir os vícios e ilusões. Não há dúvida de que o dinheiro pode viciar muito e também pode ser uma armadilha virtual para a identidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3892"></span> Porém, a renúncia contra o dinheiro pode ser uma armadilha tão grande quanto o próprio fascínio pelo dinheiro. Ela põe o dinheiro de lado e diz: &#8220;Isso não é coisa de Deus.&#8221; Desconfio que todo recurso que excluímos da totalidade é menos coisa de Deus e mais da polarização que cresce a partir dos nossos medos. Historicamente, atribuímos ao dinheiro uma ou outra polaridade moral. Ou pensamos que ter dinheiro era um sinal da bênção de Deus ou que ele reinava supremo como arquiinimigo da espiritualidade. Em vez de sermos neutros, encarando o dinheiro como uma criação humana, um dos símbolos convencionais de valor, instituímos o dinheiro como um campo de batalha entre o espírito e a matéria. Se o seu compromisso exige dinheiro, este será magnetizado para você se você for inflexível na sua crença sobre aquilo de que necessita. Você também pode bloquear o dinheiro se subconscientemente pensa que não o merece.</p>
<p style="text-align:justify;"> A essa altura, você tem de fazer a si mesmo algumas perguntas cruciais:</p>
<p style="text-align:justify;"> Consigo manipular o dinheiro com responsabilidade mas com indiferença?</p>
<p style="text-align:justify;"> Vejo realmente o dinheiro apenas como mais um recurso — assim como os meus talentos, o meu tempo ou a minha energia?</p>
<p style="text-align:justify;">Tento deixar Deus longe de minhas finanças pessoais para enfrentar isso sozinho?</p>
<p style="text-align:justify;"> Eu realmente acredito que aquilo que sou não tem relação com a quantidade de dinheiro que tenho?</p>
<p style="text-align:justify;">Minha identidade como ser espiritual é suficientemente clara para que eu possa ter dinheiro?</p>
<p style="text-align:justify;"> Desconfio secretamente que alguém lá fora está me abençoando ou me negando dinheiro?</p>
<p style="text-align:justify;"> Minhas atitudes em relação ao dinheiro são realmente minhas, ou eu meramente interiorizei a opinião dos outros?</p>
<p style="text-align:justify;"> Ao se comprometer com seus propósitos superiores, uma grande força pode começar a se movimentar através de você. Não se trata de sua força pessoal, mas da força universal — a força de Deus, se você preferir. Mas ela vem através de você pessoalmente. Conheço um mestre que diz que as pessoas estão muito mais desejosas de ser o amor de Deus na Terra do que o poder de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Pergunte a si mesmo:<br />
Está tudo bem se a força espiritual agir através de mim?<br />
Alguma parte de mim acha que isso não é bom?<br />
Eu tenho medo disso?<br />
Tenho medo de não usá-la corretamente?<br />
Eu não sou digno dela?</p>
<p style="text-align:justify;"> Se o meu compromisso me conduz a uma posição-chave, que afeta outras pessoas e promove mudanças, será que o meu ego consegue permanecer neutro diante disso?  Como aprendizes sérios da espiritualidade, temos de resolver nossa ambivalência pessoal em relação ao dinheiro, ao poder e a muitas outras questões. E isso pode surgir durante um ciclo de compromisso. Para fixar completamente o compromisso que estamos sendo levados a assumir, precisamos desenvolver um ponto de convergência — uma visão centralizada única.<br />
Uma boa técnica para reforçar um compromisso é fazer aquilo que uma amiga denomina &#8220;sentir-se à vontade com ele&#8221;. Minha amiga é cantora e foi para Nova York com a fama na cabeça. Logo encontrou um homem e se tornaram bons amigos. Quando ela lhe contou que sabia exatamente qual era a gravadora com a qual queria trabalhar, ele a aconselhou a &#8220;ficar à vontade&#8221; com essa gravadora. Então, todos os dias ela imaginava que estava cantando com o apoio da tal gravadora. Começou a pensar em si mesma como uma de suas artistas. Ela vivia aquilo, respirava aquilo. E dentro de um ano já tinha um contrato com essa gravadora. No entanto, há um desfecho para a sua história que vale a pena conhecer. A gravadora não conseguira encontrar um repertório que combinasse com a voz da cantora. Ela estava legalmente comprometida com eles mas não estava cantando. Ela levou mais um ano para cancelar o contrato e dar novos rumos à sua carreira.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa história é um bom exemplo de focalização da visão única. Eu só gostaria de acrescentar uma palavra de precaução: seja muito claro e muito cuidadoso com aquilo que pede nas orações, porque é provável que o consiga. Aquilo com que você se compromete é a sua oração.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>As 7 Etapas de Uma Transformação Consciente</em>, p. 201</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Siddy Lam</p>
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/as-7-etapas-de-uma-transformacao-consciente/'>As 7 Etapas de uma Transformação Consciente</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3892/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3892&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Armadilha nº 7: A simulação, a tentativa de ser boa, a trivialização do anormal</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:12:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mulheres Que Correm Com Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a história, a menina é punida por usar os sapatos vermelhos para ir à igreja. Agora, embora ela fique olhando para os sapatos no alto da prateleira, ela não os toca. Até então ela tentou sem sua vida profunda, &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/26/armadilha-no-7-a-simulacao-a-tentativa-de-ser-boa-a-trivializacao-do-anormal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3888&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm4.staticflickr.com/3051/3077866395_1f5c606dd0_z.jpg" alt="" width="427" height="640" /></p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a história, a menina é punida por usar os sapatos vermelhos para ir à igreja. Agora, embora ela fique olhando para os sapatos no alto da prateleira, ela não os toca. Até então ela tentou sem sua vida profunda, o que não funcionou. Em seguida, ela tentou ocultar uma vida dupla, o que também não funcionou. Agora, num último recurso, ela &#8220;tenta ser boazinha&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3888"></span>O problema com a decisão de &#8220;ser boazinha&#8221; está em que essa atitude não resolve a questão sombria subjacente, e mais uma vez ela se erguerá como um <em>tsunami</em>, como uma onda gigantesca, que desce veloz, destruindo tudo o que estiver à frente. Ao &#8220;ser boazinha&#8221;, a mulher fecha os olhos a tudo que for empedernido, deformado ou maléfico à sua volta e simplesmente tenta &#8220;conviver&#8221; com esses aspectos. Seus esforços no sentido de aceitar esse estado anormal prejudicam ainda mais seus instintos selvagens para reagir, mostrar, mudar, combater o que não está certo, o que não é justo.<br />
Anne Sexton escreveu sobre o conto de fadas dos sapatinhos vermelhos um poema a que deu o mesmo título:</p>
<p><em>I stand in the ring </em><br />
<em>in the dead city </em><br />
<em>and tie on the red shoes&#8230; </em><br />
<em>They are not mine. </em><br />
<em>They are my mother&#8217;s. </em><br />
<em>Her mother&#8217;s before.   </em><br />
<em>Handed down like an heirloom </em><br />
<em>but hidden like shameful letters.   </em><br />
<em>The house and the street where they belong  </em><br />
<em>are hidden and all the women, too,   </em><br />
<em>are hidden&#8230;</em><br />
<em>*</em></p>
<p style="text-align:justify;">* <em>Estou parada no ringue / na cidade morta / e calço os sapatos vermelhos&#8230; / Eles não são meus. / São </em><em>da minha mãe. / Da mãe dela antes. / Passados de mãe para filha como bens da família / mas </em><em>escondidos como cartas vergonhosas. / A casa e a rua às quais pertencem / estão ocultas e todas as </em><em>mulheres, também, / estão ocultas.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Tentar ser boa, disciplinada e submissa diante do perigo interno ou externo, ou a fim de esconder uma situação crítica psíquica ou no mundo objetivo, elimina a alma da mulher. É uma atitude que a isola do que sabe; que a isola da sua capacidade de agir. Como a criança na história, que não expressa em voz alta suas objeções, que tenta esconder sua privação, que tenta dar a impressão de que nada está dentro dela, as mulheres modernas passam pela mesma perturbação, a trivialização do que é anormal. Esse distúrbio está disseminado em todas as culturas. A trivialização do anormal faz com que o espírito, que em circunstâncias normais saltaria para corrigir a situação, afunde no tédio, na complacência e acabe, como a velha senhora, na cegueira.<br />
Existe um importante estudo que esclarece a perda do instinto de autodefesa nas mulheres. No início da década de 1960, alguns cientistas realizaram experiências com animais para tentar determinar algo a respeito do &#8220;instinto de fuga&#8221; nos seres humanos. Numa das experiências, eles fizeram uma instalação elétrica na metade direita de uma grande jaula, de modo que um cão preso nela recebesse um choque cada vez que pisasse no lado direito. O cão aprendeu rapidamente a permanecer no lado esquerdo da jaula.<br />
Em seguida, o lado esquerdo da jaula recebeu o mesmo tipo de instalação, que foi desligada no lado direito. O cão logo se reorientou, aprendendo a ficar no lado direito da jaula. Então, todo o piso da gaiola foi preparado para dar choques aleatórios, de tal modo que, onde quer que o cão estivesse parado ou deitado, ele acabaria levando um choque. Ele a princípio aparentou estar confuso e depois entrou em pânico. Finalmente, o cão desistiu e se deitou, aceitando os choques à medida que surgissem, sem tentar fugir deles ou descobrir de onde viriam.<br />
No entanto, a experiência não estava encerrada. No próximo passo, a jaula foi aberta. Os cientistas esperavam que o cão saísse dali correndo, mas ele não fugiu. Muito embora pudesse abandonar a jaula quando bem entendesse, ele ficou ali deitado  recebendo os choques aleatórios. A partir dessa experiência, os cientistas levantaram a hipótese de que, quando um animal é exposto à violência, ele apresentará a tendência a se adaptar a essa perturbação, de tal forma que, quando a violência pára ou ele  tem acesso à liberdade, o instinto saudável de fugir é extremamente reduzido, e em vez de escapar o animal fica paralisado.<br />
Em termos da natureza selvagem das mulheres, é essa trivialização da violência, assim como o que os cientistas subseqüentemente denominaram &#8220;aprendizado da impotência&#8221;, que não só influencia as mulheres a ficar com parceiros alcoólatras, patrões exploradores e grupos que se aproveitam delas e as importunam, mas também faz com que elas se sintam incapazes de se erguer para apoiar aquilo em que acreditam profundamente: sua arte, seu amor, seu estilo de vida, sua preferência política.<br />
A trivialização do que é anormal, mesmo quando existem claros indícios de que essa atitude seja prejudicial a nós mesmas, aplica-se a todos os maus-tratos infligidos às naturezas instintiva, espiritual, criativa, emocional e física. As mulheres enfrentam essa questão sempre que são desorientadas de modo a fazer qualquer coisa que não seja a defesa da sua vida profunda de projeções invasivas, culturais, psíquicas ou de outra natureza.<br />
Em termos psíquicos, nós nos acostumamos aos golpes dirigidos às nossas naturezas selvagens. Nós nos adaptamos à violência perpetrada contra a natureza selvagem e sábia da Psique. Tentamos ser boazinhas enquanto trivializamos o anormal. Perdemos, conseqüentemente, nosso poder de fuga. Perdemos nosso poder de lutar pelos elementos da alma e da vida que mais valorizamos. Quando estamos obcecadas pelos sapatinhos vermelhos, todo tipo de fato importante do ponto de vista cultural, pessoal ou ambiental é deixado de lado.<br />
Há uma tal perda de significado quando renunciamos à vida feita à mão que é permitida toda sorte de danos à psique, à natureza, à cultura, à família e assim por diante. Os danos à natureza são concomitantes com o desnorteamento da psique dos seres humanos. A natureza e a psique não são separadas e não podem ser assim consideradas. Quando um grupo fala nos erros da vida selvagem e um outro grupo alega que a vida selvagem foi, sim, vítima, há algo de radicalmente errado nisso tudo.<br />
Na <em>psique instintiva</em>, a <em>Mulher Selvagem</em> contempla do alto a floresta e vê nela um lar para si mesma e para todos os seres humanos. Outros podem, porém, olhar a mesma floresta e imaginá-la sem nenhuma árvore, enquanto seus bolsos estão abarrotados de dinheiro. Essas circunstâncias representam graves fendas na capacidade de viver e deixar viver para que todos possam viver.<br />
Quando eu era menina, na década de 1950, nos primeiros tempos das tragédias industriais destruidoras da Terra, uma barcaça de  petróleo afundou na bacia de Chicago do lago Michigan. Depois de um dia na praia, as mães esfregavam seus filhinhos com a força que geralmente reservavam para os pisos de madeira, porque as crianças estavam imundas com manchas de óleo.<br />
O desastre fez vazar uma substância pegajosa que se espalhou numa fina camada, como enormes ilhas flutuantes, tão extensas e largas quanto um quarteirão de cidade. Quando essas &#8220;ilhas&#8221; colidiam com o cais, elas se partiam em gotículas que afundavam na areia e chegavam à praia por baixo das ondas. Durante anos a fio, os banhistas não podiam nadar sem saírem emporcalhados. Crianças que construíssem  castelos na areia de repente escavavam sem querer um punhado de óleo viscoso. Os namorados não podiam mais rolar na areia. Os cães,  as aves, a vida aquática e os seres humanos, todos sofreram. Lembro-me de que minha impressão era a de que a minha catedral havia sido bombardeada.<br />
O dano ao instinto, a trivialização do anormal, foi o que permitiu que aquelas mães limpassem as manchas do  derramamento de petróleo, e mais tarde, de outros pecados cometidos por fábricas, refinarias e siderúrgicas, da pele dos seus filhinhos, da sua roupa, de dentro do corpo dos seus amados da melhor maneira possível e, embora confusas e preocupadas, elas conseguiram efetivamente podar sua raiva justificada. Nem todas, mas a maioria delas já estava acostumada a não ser capaz de interferir em acontecimentos chocantes. Havia punições assustadoras para a quebra do silêncio, para a fuga da jaula, para quem identificasse injustiça, para quem exigisse mudanças.<br />
Podemos concluir, a partir de acontecimentos semelhantes ocorridos durante nossa vida, que, quando as mulheres não falam, quando é insuficiente o número de pessoas a falar, a voz da <em>Mulher Selvagem</em> se cala e, com isso, o mundo também se cala de tudo que é natural e selvagem. Acabam também se calando os lobos, ursos e aves de rapina. Os cantos, danças e criações. O amar, consertar e manter. O ar, a água e as vozes da consciência.<br />
No entanto, naquela época, muito  embora as mulheres estivessem todas contaminadas pelo anseio de uma liberdade ilimitada, elas continuavam a passar detergente na louça, a usar produtos cáusticos na limpeza, permanecendo, nas palavras de Sylvia Plath, &#8220;atadas às máquinas de lavar roupa Bendix&#8221;. Nelas, as mulheres lavavam e enxaguavam suas roupas em água quente demais para o contato com a pele e sonhavam com um mundo diferente. Quando os instintos estão feridos, os seres humanos trivializam uma agressão após a outra, atos de injustiça e destruição que afeiam a elas mesmas, à sua prole, aos seres amados, à sua terra e até mesmo aos seus deuses.<br />
Com a recuperação do instinto ferido, rejeita-se essa trivialização do que é revoltante e violento. À medida que o instinto se restaura, a <em>Mulher Selvagem</em> retorna. Em vez de entrar dançando na floresta usando os sapatos vermelhos até que toda a sua vida passe a ficar torturada e desprovida de significado, podemos voltar à vida feita à mão, à vida plenamente atenta, podemos refazer os nossos próprios sapatos, caminhar o nosso caminho, falar a nossa própria fala.<br />
Embora seja verdade que há muito a se aprender com a dissolução das nossas projeções (você é perverso, você me magoa) e com o exame de como somos perversas com nosso próprio <em>self</em>, como magoamos  a nós mesmas, definitivamente esse não deveria ser o final da investigação.<br />
A armadilha escondida dentro da armadilha consiste em pensar que tudo está resolvido com a dissolução da projeção e com a descoberta da conscientização em nós mesmas. Isso às vezes é verdade, e outras vezes não. Em vez de aplicar esse paradigma de exclusão  — ou há algo de errado lá fora, ou algo de errado comigo — é mais útil aplicar um modelo de acréscimo. Essa é a questão interna, e essa é a questão externa. Esse paradigma permite um exame completo e é muito mais saudável em todos os sentidos. Esse paradigma dá apoio às mulheres para que questionem o  <em>status quo</em> com confiança e para que não olhem apenas para si mesmas mas também para o mundo que as está pressionando por acaso, inconscientemente de propósito. O paradigma do acréscimo não se destina a ser usado como um modelo para atribuir culpa a si mesma ou a outros, mas é, sim, um meio de avaliar e julgar a responsabilidade, tanto interna quanto externa, e o que precisa ser alterado, procurado, esboçado. Ele impede a fragmentação da mulher que procura restaurar tudo que está ao seu alcance, sem negligenciar suas necessidades e sem se isolar do mundo.<br />
Não se sabe como muitas mulheres conseguem se manter nesse estado, mas elas estão vivendo uma vida pela metade, um quarto de vida ou uma fração ainda mais ínfima. Elas conseguem, mas podem ficar amarguradas até o final dos seus dias.<br />
Elas podem se sentir sem esperanças e muitas vezes, como um bebê que chorou e chorou sem que nenhuma ajuda humana se oferecesse, elas podem adotar um silêncio mortal, desesperançado. Seguem-se o cansaço e a resignação. A jaula está trancada.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mulheres Que Correm Com Lobos</em>, por Clarissa Pínkola Estés.</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Wallig</p>
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/mulheres-que-correm-com-lobos/'>Mulheres Que Correm Com Lobos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3888/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3888&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Clareza de intenções</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[As 7 Etapas de uma Transformação Consciente]]></category>

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		<description><![CDATA[A sabedoria espiritual nos aconselha a sermos muito claros e tolerantes em relação aos nossos compromissos, lembrando-nos: &#8220;Não se pode ter tudo ao mesmo tempo.&#8221;  Há muitas maneiras comuns de verificar as nossas próprias mensagens duplas para o universo. Dizemos &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/26/clareza-de-intencoes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3884&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm4.staticflickr.com/3033/3075056653_3df1f92d72_z.jpg?zz=1" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p style="text-align:justify;">A sabedoria espiritual nos aconselha a sermos muito claros e tolerantes em relação aos nossos compromissos, lembrando-nos: &#8220;Não se pode ter tudo ao mesmo tempo.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"> Há muitas maneiras comuns de verificar as nossas próprias mensagens duplas para o universo. Dizemos que realmente queremos trabalhar pela paz do mundo. Então, contra quem estamos lutando no nosso mundo? Dizemos que estamos comprometidos com a limpeza do mundo. Mas será que o nosso lar não é uma bagunça? Dizemos que estamos comprometidos em trazer beleza para o mundo. Será que não preenchemos o nosso ambiente com objetos que desagradam a nós mesmos? A assinatura de todas as coisas em que acreditamos e, portanto, com as quais estamos realmente comprometidos, está em tudo o que fazemos. Nosso ambiente é um programa de constante realimentação. E, às vezes, uma limpeza na garagem é a coisa mais consciente que podemos fazer!<br />
A intenção dirigida é uma lei de energia — não uma noção sentimental. Ela pode ser utilizada, e geralmente o é, para servir a propósitos egoístas e cruéis. Os que parecem ter sucesso por modos aparentemente negativos, geralmente o conseguem porque não são objetivos. Essas pessoas desenvolveram o poder de seu próprio ponto de vista, não importa o que os outros pensem a respeito de como o aplicam. Nem sequer lhes ocorre que podem falhar. Elas atraem a energia bruta para alimentar seus desejos com a mesma facilidade que um ímã atrai a limalha de ferro.</p>
<p style="text-align:justify;"> Era uma vez um homem que levou seu filho para um campo iluminado pelo sol e ficou segurando uma lente de aumento sobre um determinado ponto até que este pegasse fogo, ensinando-lhe como o poder da atenção concentrada pode acumular energia. O contrário geralmente ocorre com pessoas bem-intencionadas que realmente querem fazer o bem mas são ambivalentes. Quanto mais queremos entender as coisas, mais acabamos nos deparando, frente a frente, com o mais antigo de nossos conflitos repartidos. E o poder está próximo do topo da lista. Assim também o dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>As 7 Etapas de Uma Transformação Consciente</em>, p, 199</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Gagilas</p>
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/as-7-etapas-de-uma-transformacao-consciente/'>As 7 Etapas de uma Transformação Consciente</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3884/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3884&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Armadilha nº 6: O recuo diante do coletivo, a rebelião na sombra</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres Que Correm Com Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[A menina calça os sapatos vermelhos às escondidas, vai até a igreja, não presta nenhuma atenção ao alvoroço  ao seu redor, é desprezada pela comunidade. Os habitantes da aldeia a denunciam. Ela é repreendida. Os sapatos vermelhos são retirados. É, &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/10/armadilha-no-6-o-recuo-diante-do-coletivo-a-rebeliao-na-sombra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3880&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm1.staticflickr.com/67/172307181_94640af5a0_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align:justify;">A menina calça os sapatos vermelhos às escondidas, vai até a igreja, não presta nenhuma atenção ao alvoroço  ao seu redor, é desprezada pela comunidade. Os habitantes da aldeia a denunciam. Ela é repreendida. Os sapatos vermelhos são retirados. É, porém, tarde demais. Ela foi fisgada. Não se trata ainda de uma obsessão, mas a questão é que o coletivo inspira e reforça sua fome interna ao exigir que ela capitule diante de seus valores estreitos.<br />
Pode-se tentar levar uma vida secreta, mas mais cedo ou mais tarde o <em>superego</em>, um complexo negativo e/ou a própria cultura a atacarão. E difícil esconder algo proibido que  lhe inspira voracidade. É difícil ocultar prazeres furtivos mesmo quando eles não são benéficos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3880"></span>A natureza das culturas e dos complexos negativos consiste em se abater sobre qualquer discrepância entre o consenso sobre o que é o comportamento aceitável e o impulso divergente do indivíduo. Da mesma forma que algumas pessoas ficam furiosas com uma única folha caída na entrada de casa, o julgamento negativo se mune das suas serras para amputar qualquer membro que não se harmonize com o todo.</p>
<p>Ocasionalmente,  o coletivo pressiona a mulher para ser uma santa, ser uma pessoa esclarecida, ser politicamente correta, ser controlada, para que cada uma das suas iniciativas resulte numa obra-prima. Se recuarmos diante do coletivo, cedendo às pressões no sentido de um  conformismo irracional, estaremos protegidas do isolamento, mas, ao mesmo tempo, estaremos também traindo nossas vidas selvagens e as colocando em risco.<br />
Há quem pense que já se foi o tempo em que chamar uma mulher de <em>selvagem</em> equivalia a xingá-la. Se ela  foi rebelde, ou seja, se agiu de acordo com a natureza do seu <em>self</em> profundo, ela foi classificada de &#8220;errada&#8221; ou &#8220;má&#8221;. Não é verdade que esse tempo já passou. O que mudou foram os tipos de comportamento considerados &#8220;descontrolados&#8221; no caso das mulheres. Por exemplo, em diversas partes do mundo hoje em dia, se uma mulher toma uma posição política, social ou ambientalista, é muito freqüente que suas motivações sejam examinadas para detectar se ela &#8220;perdeu o controle&#8221;, ou seja, se enlouqueceu.<br />
Para uma criança selvagem nascida numa comunidade de valores rígidos, a conseqüência normal é a de passar pela vergonha de ser evitada. É uma atitude em que a vítima é tratada como se não existisse. O ostracismo retira da pessoa que dele é vítima o interesse espiritual,  o amor e outras necessidades psíquicas. A idéia é de forçar a vítima a se ajustar, e se isso não acontecer, destruí-la espiritualmente e/ou expulsá-la da aldeia para que definhe e morra nos ermos.<br />
Se uma mulher é repudiada, quase sempre isso ocorre porque  ela fez algo ou está a ponto de fazer algo relacionado ao selvagem, freqüentemente algo tão simples quanto a expressão de uma crença ligeiramente diversa da corrente ou quanto o uso de uma cor não-aprovada — questões insignificantes assim como questões maiores.<br />
Precisamos lembrar que não se trata de a mulher reprimida se recusar a se ajustar, mas ela  não poder se ajustar sem morrer. Sua integridade espiritual está em jogo, e ela tentará se livrar de todas as formas possíveis, mesmo daquelas que a coloquem em risco.<br />
Temos um exemplo recente. De acordo com a CNN, no início da Guerra do Golfo, as mulheres muçulmanas da Arábia Saudita, proibidas de dirigir por motivos religiosos, entraram nos carros e saíram dirigindo. Depois da guerra, as mulheres foram levadas a tribunais que condenaram seu comportamento e, finalmente, após muitos interrogatórios e censuras, libertaram as mulheres para a custódia dos seus pais, irmãos ou maridos, que tiveram de prometer mantê-las sob controle no futuro.<br />
É um caso em que a marca de vida transmitida e propiciada pela mulher num mundo louco é definida como escandalosa, insensata e descontrolada. Ao contrário da menina na história, que permite que a cultura circundante a empurre para situações ainda mais áridas, às vezes a única  alternativa a adotar diante de uma coletividade ressequida consiste em perpetrar um ato impregnado de coragem. Esse ato não tem necessariamente de provocar um terremoto. A coragem significa seguir o coração. Há milhões de mulheres que realizam atos de enorme coragem todos os dias. Não é só o ato singular que reformula uma coletividade encarquilhada, mas também a continuidade desses atos. Como me disse uma vez uma monja budista, &#8220;A água consegue furar a pedra&#8221;.<br />
Além disso, existe um aspecto muito oculto na maioria dos grupos que estimula a repressão à vida criativa, profunda e selvagem das mulheres: o estímulo interno a uma cultura para que as mulheres se denunciem umas às outras e sacrifiquem suas irmãs (ou seus irmãos) a restrições que não refletem os valores da natureza feminina. Essas restrições abrangem não só o incentivo a que uma mulher denuncie uma outra, expondo-a a punições por se comportar de um modo feminino e pleno, por registrar um horror adequado às circunstâncias ou a discordância quanto a  alguma injustiça, como também o estímulo a que as mulheres mais velhas sejam cúmplices nas violências físicas, mentais e espirituais perpetradas contra as mais jovens, indefesas ou menos poderosas, aliado ao incentivo às mulheres mais jovens no sentido de que  ignorem e desdenhem as necessidades de mulheres que sejam muito mais velhas do que elas.<br />
Quando a mulher se recusa a dar apoio à coletividade árida, ela está se recusando a reprimir seu raciocínio selvagem, e seus atos seguem o mesmo caminho.<br />
A história dos sapatinhos vermelhos na sua essência nos ensina que a <em>psique selvagem</em> precisa ser devidamente protegida — através de uma inequívoca valorização de nós mesmas, com uma defesa veemente dos seus interesses, com uma recusa a se submeter a situações psíquicas pouco saudáveis. Aprendemos, também, que o lado selvagem, por sua energia e beleza, está  sempre na mira de alguém, de alguma instituição, de algum grupo, seja com o objetivo de transformá-lo em troféu, seja com o objetivo de submetê-lo à limitação, alteração, domínio, eliminação, reformulação ou controle. O lado selvagem precisa sempre de um guarda junto ao portão, ou poderá ser utilizado para fins impróprios.<br />
Quando o coletivo é hostil à vida natural da mulher, em vez de aceitar os rótulos desrespeitados  ou pejorativos que lhe são aplicados, ela pode e deve, como o patinho feio, resistir, agüentar e procurar aquilo a que ela pertence  — e preferivelmente sobreviver a quem a rejeitou, vicejando e criando mais do que eles.<br />
O problema com a menina dos sapatinhos vermelhos está em que ela, em vez de se fortalecer para a luta, está na terra dos sonhos, encantada pela sedução daqueles sapatos vermelhos. O que há de mais importante na rebeldia é a forma que ela assume para ser eficaz. O fascínio da menina pelos sapatinhos vermelhos na realidade impede uma rebeldia significativa, uma que promova a mudança, que transmita uma mensagem, que provoque um despertar.<br />
Eu gostaria de poder afirmar que a esta altura não existem mais todas essas armadilhas para as mulheres, ou  que elas já estão tão calejadas que detectam essas armadilhas de longe. No entanto, isso não acontece. Nós ainda temos o predador na nossa cultura, e ele ainda tenta sabotar e destruir toda a conscientização e todas as tentativas de alcançar a totalidade.  Há uma grande verdade no ditado de que é preciso batalhar de novo pela liberdade a cada vinte anos. Às vezes, a impressão é de que é preciso lutar por ela a cada cinco minutos.<br />
No entanto, a natureza selvagem nos ensina que devemos enfrentar os desafios à medida que eles se apresentem. Quando os lobos são atormentados, eles não saem dizendo, “Ah, não! De novo!!!” Eles saltam, investem, correm, desaparecem, fingem-se de mortos, pulam na garganta do agressor, fazem o que tiver de ser feito. Portanto, não podemos ficar escandalizadas com a existência de entropia, deterioração, tempos difíceis. É preciso compreender que as armadilhas preparadas para capturar a alegria da mulher irão sempre se alterar e mudar de aparência, mas na nossa própria natureza selvagem nós iremos encontrar a energia absoluta, a libido exigida por todos os atos de coragem que forem necessários.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mulheres Que Correm Com Lobos</em>, por Clarissa Pínkola Estés.</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Amigwen</p>
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		<title>O poder criador da fé</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:32:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[As 7 Etapas de uma Transformação Consciente]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm4.staticflickr.com/3118/2917574745_03ded79382_z.jpg?zz=1" alt="" width="640" height="436" /></p>
<p style="text-align:justify;">Cada um de nós é uma célula num corpo comum. Quando decidimos criar, ativamos a Divindade que há dentro de nós, nossos movimentos afetam e influenciam o todo. Mas até sabermos realmente isso num nível celular, o nosso compromisso com o próprio despertar permanece um ato de fé. A fé é uma das forças mais poderosas que está sob o nosso comando. Tudo aquilo em que temos fé é também aquilo em que acreditamos — e a crença é a base da nossa realidade. Quaisquer que sejam as nossa ordens seladas, a nossa fé revela-as para nós. Ter fé significa que estamos assumindo a responsabilidade pelas nossas escolhas e que estamos atentos à nossa orientação interior.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3878"></span><br />
Uma das pessoas mais bem dotadas do poder de cura e um dos melhores mestres que eu conheço mora no campo, no limite do subúrbio de uma pequena cidade do Mississippi. O lugar é realmente afastado. Ele foi orientado para ir até lá, vindo de um Estado muito distante, e agora pessoas de todo o país vão procurá-lo.<br />
Uma vez, estivemos conversando durante horas e eu deixei escapar, num momento de entusiasmo: &#8220;Você deveria estar fazendo cursos e palestras em toda parte.&#8221; Ele sorriu para mim delicadamente e disse: &#8220;Oh, não, querida; a minha tarefa é esta.&#8221; A fé nos conduz passo a passo até a nossa tarefa. A sua tarefa neste mundo é unicamente sua. Os outros podem encorajá-lo, inspirá-lo ou espelhá-lo, mas ninguém — nem o médium mais brilhante, nem o melhor mestre espiritual — pode lhe dizer o que é bom para você. Eu me lembrei disso anos atrás quando ouvi um especialista falar sobre stress, o dr. Hans Selye. Ele disse que, se uma tartaruga for obrigada a correr como um cavalo de corridas, isso é estressante; mas que, se um cavalo de corridas for obrigado a diminuir a marcha até o passo da tartaruga, isso é igualmente estressante.<br />
Eu tive vontade de correr até o palco e abraçá-lo. Em toda a minha vida, fui aconselhada pelo outros a diminuir o ritmo, mas a minha orientação interior sabia que o controle do meu barco não estava programado para acompanhar o passo de uma tartaruga. Acho que foi a primeira vez em que realmente aceitei o meu ritmo.<br />
Assim que começamos a prestar atenção naquilo que está acontecendo no nosso ambiente, começamos a ver que o universo está nos dando todos os tipos de pistas a respeito do caminho a seguir. Se acreditamos no amor e estamos firmando um compromisso de sermos amor, há uma grande chance de que o universo nos envie trinta pessoas que não amamos, uma atrás da outra. Nosso compromisso: amar essas trinta pessoas. Muitas vezes, pedimos a Deus para nos ensinar, mas quando a lição chega, dizemos que tínhamos em mente algo que exigisse de nós um pouquinho menos. Ou então ela passa acima de nossas cabeças porque não estamos atentos.<br />
Depois de fazer um curso intensivo de dois anos sobre espiritualidade nas montanhas, voltei à cidade repleta de visões interiores e esperando mais. Porém, todas as vezes em que me descuidava, meu tempo e energia eram dominados pelas preocupações materiais. Eu estava tão ocupada organizando cursos e dando consultas que freqüentemente sentia que havia pouco tempo para as minhas práticas espirituais. Finalmente, prestei atenção a algumas pistas e elas estavam presentes em todo lugar. O número da minha nova conta bancária, o número da minha casa nova, a chapa do meu carro e o meu novo número de telefone acabavam todos resultando no número 4. Quatro é o número da manifestação física. Claramente, aquela não era uma época para novas inspirações — era um período para ancorar as visões interiores no mundo físico.<br />
É bom lembrar aqui a história do homem que ficou preso numa enchente e não se preocupou porque achava que tinha fé. Então, assim que as águas começaram a subir e um motociclista apareceu oferecendo-lhe uma carona até um certo lugar seguro, ele recusou, alegando que tinha fé que Deus o salvaria. As águas subiram e logo chegou um homem com um barco a remo. Ele também o deixou ir embora. Deus o salvaria; ele tinha fé. Finalmente, foi forçado a ficar de pé no telhado de sua casa. Logo, um helicóptero passou voando e o piloto gritou para ele que ia jogar uma corda para levá-lo até um lugar seguro. Novamente, ele declinou da oferta, declarando sua fé na proteção de Deus. Bem, ele morreu. E estava furioso. Quando chegou ao céu, pediu para ver a Deus e começou a reclamar dessa afronta à sua fé. Então Deus retrucou: &#8220;Eu realmente não entendo o que saiu errado. Mandei um motociclista, um bote a remo e um helicóptero pegar você.&#8221;<br />
Quando nos comprometemos com a fé, invertemos o nosso fluxo de vida do controle do ego para o controle do divino, e coisas &#8220;impossíveis&#8221; começam a acontecer. Acontecem todos os tipos de coisas que parecem improváveis. As portas se abrem como por mágica. As pessoas certas aparecem sincronicamente na nossa vida. Aprendemos até mesmo a nos preocupar menos. Uma de minhas amigas reage às preocupações sobre as dificuldades que podem vir a surgir dizendo: &#8220;Isso é problema de Deus. Eu apenas atuo aqui.&#8221;<br />
Com a fé, as sincronicidades tornam-se um modo de vida. Como diz o livro <em>A Course in Miracles</em> [Um Curso sobre Milagres], &#8220;Não há grau de dificuldade nos milagres. Um não é mais difícil nem maior do que outro. Eles são todos iguais&#8221;.<br />
A fé não pode ser falsificada. Ela não é a mesma coisa que o risco calculado. Não é uma idéia que podemos simplesmente experimentar para ver se serve e depois descartar. É um processo diário de reeducação de cada célula duvidosa do nosso corpo até que todo o nosso ser esteja vivendo na fé. As dúvidas realmente surgem.<br />
Mas, em vez de nega-las, aprendemos a utilizá-las para descobrir a que é que ainda estamos nos apegando. Freqüentemente, nossa fé é esticada até ficar demasiado fina porque estamos nos agarrando a idéias antiquadas sobre o que é bom e o que é ruim.  Quando alguém se compromete com a fé, não é incomum ver essa fé testada até o limite máximo. A fé é opcional quando tudo está correndo dentro dos planos.<br />
Mas a fé é sempre forjada no cadinho da confusão e da dúvida. Durante esses momentos, a psique pode mergulhar em lugares escuros e temíveis onde nenhuma fé existe.<br />
Anos atrás, eu me lembro de ter acordado no meio da noite com um frio terrível no plexo solar e a mente questionando repentinamente se tudo aquilo em que eu acreditava não estava errado. Tentei rezar. Nada. Tentei meditar. O que quer que eu fizesse, não conseguia ter visões interiores, nem conforto, nem alívio, e não recebia nenhuma resposta do Espírito. Fiquei zangada com Deus, tentei negociar — a história de sempre. Nada. Finalmente, eu simplesmente me entreguei e deixei que a escuridão fosse o que era. Deixei de lutar contra ela. E da escuridão emergiram todos os tipos de coisas que eu estava escondendo, questões que eu pensei que pudesse deixar de lado. Mais uma vez, o universo estava me fazendo lembrar que não podemos ter só um pouquinho de fé, assim como também não podemos estar só um pouquinho grávidas. Quanto mais eu me permitia encarar a escuridão e aceitá-la, mais a Luz penetrava nela. Eu aprendi a assegurar que o Espírito estava se movimentando naquela escuridão, mesmo que eu não pudesse vê-lo no momento.<br />
Não é sempre fácil fazer nascer a fé. Porém, assim que o fazemos, ficamos imaginando como é que atuávamos antes. A fé libera nossas capacidades e relacionamentos da tirania da manipulação. O salto é aceitar que a vida de uma pessoa tem um plano e que qualquer coisa ou qualquer pessoa que atraímos para dentro dessa vida, em determinado momento, tem um propósito nesse plano, mesmo que não sejamos capazes de ver nenhum encanto ou nenhuma razão para isso no momento.<br />
Uma vez, fui levada a abrir mão de uma parte substancial da minha renda para dar o próximo passo na minha jornada. Meu ego não gostou nada disso porque não conseguia ver como eu poderia sobreviver. Naturalmente, eu tentei primeiro manipular os acontecimentos do modo como achava que estaria salva e protegida. Nessa altura o meu medo, e não a minha orientação interior, estava ditando as regras.<br />
Durante uma meditação, eu vi uma imagem de mim mesma balançando num trapézio enquanto outro trapézio vinha na minha direção. Ficou claro que eu deveria largar um trapézio para pegar o outro. Também estava claro que haveria um momento de queda livre em que eu não estaria segurando nenhum dos dois trapézios. Eu sentia meu plexo solar afundar enquanto perguntava: &#8220;E se eu cair?&#8221; E a resposta veio: &#8220;Se você confiar na lei humana e cair, então vai se machucar; se confiar na lei de Deus e cair, sempre será apanhada por uma rede dourada.&#8221; Desde então, eu tive de largar muitos trapézios de segurança e descobri que isso é sempre verdade. As soluções, o apoio, o dinheiro, as pessoas, as oportunidades — tudo sempre chega em algum lugar durante a queda livre. Nada chegou quando o meu ego pensava que algo deveria chegar. E o que chegou raramente assumiu a forma que minhas idéias preconcebidas inventavam. Mas eu sempre vi em retrospecto que as coisas chegam perfeitamente cronometradas e embaladas para presente.<br />
Eu gostaria de contar uma experiência que enfatizou isso para mim. No fim de 1987, recebi um cheque que eu pretendia utilizar para pagar minhas despesas enquanto escrevia este livro. Em vez disso, entrei em longo processo de dor física que me tornou incapacitada por cinco meses. Sem poder trabalhar e com o meu corpo apresentando sintomas misteriosos que ninguém conseguia diagnosticar, eu realmente tive de abandonar tudo, menos a minha fé. Todos os dias, e até mesmo a toda hora, eu afirmava que só existia Deus. Eu sentia que, se reconhecesse que havia qualquer outro poder, perderia a minha fé. O dinheiro que eu tinha recebido durou todo esse período. Porém, mais importante que isso, as pessoas entraram na minha vida da maneira mais espantosa. Não só minha mãe estava disponível, mas também duas amigas estavam num período de mudança de emprego (o que, por si só, já é uma grande &#8220;coincidência&#8221;) e literalmente assumiram as intermináveis tarefas que a vida diária exige e a doença acentua. Elas cozinharam, limparam, foram ao banco, às compras, ao médico. Tornaram-se minhas enfermeiras, secretárias, massagistas, apoio em todas as situações. Outra amiga, que é um anjo, e que eu só conhecia superficialmente até então, apareceu. Ela estava fazendo pós-graduação numa universidade local e abriu mão do seu tempo livre para assumir numerosas tarefas que persistiram por mais de um ano enquanto eu recuperava lentamente a saúde.<br />
Durante todo esse período, todas as vezes em que havia uma necessidade, ela era atendida. O dono da editora estava preocupado comigo, não com o prazo da entrega. O editor nunca me pressionou. Quando os compromissos com a casa nova me aprontaram uma surpresa financeira, um amigo estava lá para ajudar. Quando a dor era muito forte, havia sempre por perto alguém capaz de curar. Durante a ocorrência dos meus estranhos sintomas, o médico foi cuidadoso, intuitivo e gentil. Quando eu estava quase me desencorajando, chegava uma carta de consolo. Muitas vezes, nesse período, recebi cartas de pessoas de diferentes lugares do país, e até mesmo de outros países, que não tinham idéia de que algo estava errado, mas que estavam preocupadas e sentiam a necessidade de escrever. Várias haviam sonhado comigo.<br />
Minha intenção não é enfatizar tudo o que aprendi durante essa fase. Essa foi uma aula importante e rica, cheia de lições a respeito de receber e de se entregar, a respeito de gratidão e compaixão. Mas, acima de tudo, ela me deu um banho com afirmações de fé. As lições que eu estava escalada para viver não poderiam ser evitadas, mas eu recebi tudo o que era necessário para me apoiar durante esse processo.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>As 7 Etapas de Uma Transformação Consciente</em>, p. 197</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: A Perfect Heart</p>
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		<title>Mensagem da Federação Galáctica 8/1/12</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 22:37:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nós, da Federação Galáctica, nos comunicamos com vocês através de nossos canais já há algum tempo, e é necessário começarmos a fazer anúncios formais sobre a nossa presença em seus céus, já que uma janela de oportunidade foi aberta e &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/09/mensagem-da-federacao-galactica-8112/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3876&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Nós, da Federação Galáctica, nos comunicamos com vocês através de nossos canais já há algum tempo, e é necessário começarmos a fazer anúncios formais sobre a nossa presença em seus céus, já que uma janela de oportunidade foi aberta e queremos aproveitá-la ao máximo. Esses anúncios serão enviados através de suas mídias eletrônicas, tais como a televisão, a internet e o rádio. Por favor, estejam de sobreaviso que pode-se esperar uma série de distúrbios em sua sociedade, alguns oriundos das mãos da Escuridão e outros em função do medo que poderá se espalhar por conta da nossa apresentação.</p>
<p style="text-align:justify;">Leia mais em <a href="http://unidadegaia.wordpress.com/">Unidade Gaia</a>.</p>
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		<title>Armadilha nº 5: A tentativa de ocultar uma vida secreta, a divisão</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 18:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres Que Correm Com Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse segmento da história, a menina está para ser crismada e é levada ao sapateiro para comprar sapatos novos. O tema da crisma é um acréscimo relativamente moderno à história. Em termos arquetípicos, é provável que &#8220;Os sapatinhos vermelhos&#8221; seja &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/09/armadilha-no-5-a-tentativa-de-ocultar-uma-vida-secreta-a-divisao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3874&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm4.staticflickr.com/3196/3128256887_c9866cc70b_z.jpg?zz=1" alt="" width="496" height="640" /></p>
<p style="text-align:justify;">Nesse segmento da história, a menina está para ser crismada e é levada ao sapateiro para comprar sapatos novos. O tema da <em>crisma</em> é um acréscimo relativamente moderno à história. Em termos arquetípicos, é provável que &#8220;Os sapatinhos vermelhos&#8221; seja um fragmento extremamente alterado de uma história ou mito muito mais antigo que tratava do surgimento da menarca e da passagem para uma vida menos protegida pela mãe, já que a jovem teria aprendido na infância com mulheres mais velhas do que ela a ficar alerta para o mundo concreto e a reagir a ele.<br />
Diz-se que nas antigas culturas matriarcais da Índia, do Egito, de partes da Ásia e da Turquia — que parecem ter influenciado o nosso conceito da alma feminina por milhares de quilômetros em todas as direções  — a transmissão da  <em>henna</em> e de outros pigmentos vermelhos às mocinhas, para que pudessem tingir os pés com eles, era uma característica fundamental dos ritos de passagem. Um dos ritos de passagem mais  importantes tratava da primeira menstruação. Esse rito celebrava a travessia da infanda para a profunda capacidade de gerar vida no próprio ventre, de dispor do poder sexual resultante e de todos os poderes femininos periféricos. A cerimônia apresentava o  sangue em todos os seus estágios: o sangue uterino da  menstruação, o do parto, o do aborto, todos escorrendo na direção dos pés. Como se pode ver, os sapatos vermelhos originais eram plenos de significado.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3874"></span>A referência ao dia do sacramento da crisma é também um acréscimo mais recente. Trata-se de uma festa cristã que, na Europa, acabou por superar os festejos do solstício de inverno da antiga cultura pagã. Durante as festividades pagãs, mais antigas, as mulheres praticavam a purificação ritual do corpo feminino e da alma/espírito feminino numa preparação para uma nova vida, tanto figurativa quanto literal, na primavera que viria. Esses ritos podiam conter o lamento grupal pelas perdas nos partos,  incluindo-se a morte de um filho, o aborto natural, o parto de natimortos, o aborto provocado e outros acontecimentos importantes na vida sexual e reprodutiva do ano anterior.<br />
Nesse momento na história, ocorre um dos episódios mais reveladores da repressão psíquica. O voraz desejo da criança pela alma destrói as  trancas do seu comportamento reprimido. Na sapataria, ela faz passar os estranhos sapatos vermelhos sem que a velha senhora note. Uma fome devoradora pela vida da alma veio à tona na sua psique, apanhando qualquer coisa que lhe caia nas mãos, pois ela sabe que logo voltará a ser reprimida.<br />
Essa explosiva &#8220;ocultação&#8221; psicológica ocorre quando a mulher reprime grande parte do <em>self</em>, empurrando-o para locais sombrios na psique. Segundo a psicologia analítica, a repressão de sentimentos, instintos e impulsos tanto negativos quanto positivos, forçando-os para o fundo do inconsciente, faz com que eles ocupem o reino da sombra. Embora o ego e superego continuem tentando censurar os impulsos da sombra, a própria pressão causada por essa repressão se assemelha muito a  uma bolha na lateral de um pneu. Com o tempo, à medida que o pneu gira e se aquece, a pressão por trás da bolha aumenta e provoca uma explosão, que libera todo o ar do seu interior.<br />
A sombra age de modo semelhante. É por isso que uma pessoa extremamente sovina pode surpreender a todos contribuindo de repente com milhões de dólares para um orfanato. Ou é por isso que uma pessoa normalmente simpática é capaz de ter um ataque e agir momentaneamente como um rojão enlouquecido. Concluímos que, quando se abre um pouco a porta para o reino da sombra e se permite que vários elementos saiam, aos poucos, para que nos relacionemos com eles, que descubramos uso para eles, que negociemos com eles, podemos reduzir a chance de sermos surpreendidas por ataques e explosões inesperadas dali provenientes.<br />
Embora os valores possam mudar de uma cultura para a outra, colocando, assim, &#8220;negativos&#8221; e &#8220;positivos&#8221; diferentes no reino das sombras, impulsos típicos que são considerados negativos e, portanto, relegados às trevas são aqueles que estimulam a pessoa a roubar, a enganar, a assassinar, a agir com excesso de diversas maneiras, e assim por diante nessa mesma linha. Os aspectos negativos da sombra costumam ser estranhamente interessantes e, ainda assim, de natureza entrópica, roubando o equilíbrio e a serenidade na disposição e na vida de indivíduos, relacionamentos e grupos maiores.<br />
A sombra pode, porém, conter aspectos divinos, exuberantes, belos e poderosos da individualidade. Para as mulheres, especialmente, o mundo sombrio quase sempre contém modos refinados de ser que são proibidos na sua cultura ou que nela recebem pouco apoio. No fundo do poço da psique de muitas mulheres está a criadora visionária, a astuta reveladora da verdade, a vidente, a que pode falar bem de si mesma sem se censurar, que pode se encarar sem repulsa, que se esforça para aperfeiçoar seu talento. Os impulsos positivos ocultos nas sombras da nossa cultura na maioria das vezes estão relacionados à permissão para que a mulher crie uma vida própria, feita à mão.</p>
<p>Esses aspectos rejeitados, desvalorizados e &#8220;inaceitáveis&#8221; da alma e do<em> self</em> não ficam simplesmente ali parados nas trevas, mas conspiram para decidir quando e como farão uma tentativa para alcançar a liberdade. Eles borbulham ali no inconsciente, em fervilhante ebulição, até que um dia, não importa se a tampa que os cobre esteja bem fechada ou não, explodem em todas as direções num caudal descontrolado e com vontade própria.<br />
Nessas circunstâncias, como dizem no interior, é como tentar pôr dez quilos de lama num saco de cinco quilos. O que irrompeu das trevas é difícil de ser controlado depois da explosão. Embora tivesse sido muito melhor ter descoberto um meio de vivenciar a alegria proporcionada pelo espírito criativo de modo pleno e consciente, do que tê-la enterrado, às vezes a mulher fica contra a parede, e é esse o resultado.<br />
A vida sombria ocorre quando escritoras, pintoras, bailarinas, mães, cientistas, místicas, estudantes ou artífices param de escrever, de pintar, de dançar, de cuidar dos filhos, de pesquisar, observar, aprender, praticar. Elas podem parar porque aquilo a que dedicaram tanto tempo não saiu como esperavam, não obteve o reconhecimento merecido ou por inúmeras outras razões. Quando quem cria pára pelo motivo que seja, a energia que chega naturalmente a ela é desviada para o mundo oculto, a partir do qual ela vem à tona quando e onde consegue. Como a mulher percebe que não pode se dedicar abertamente àquilo que deseja, ela começa a levar uma estranha vida dupla, simulando um comportamento à luz do dia, agindo de outro modo quando tem a oportunidade.<br />
Quando a mulher começa a arrumar a sua vida para que caiba inteira num pequeno embrulho bem-feito, tudo o que consegue é forçar toda a sua energia vital para o lado da sombra. &#8220;É, estou bem&#8221;, diz essa mulher. Olhamos para ela do outro lado do quarto ou no espelho. Sabemos que não está bem. Um dia, de repente, alguém nos diz que ela se juntou com um tocador de flautim e fugiu para <em>Tippicanoe</em> para tomar conta de um cassino. Ficamos nos perguntando o que aconteceu porque sabemos que ela detesta flautins e sempre quis ir morar nas ilhas gregas, não em <em>Tippicanoe</em>, e nunca chegou a mencionar uma palavra sequer a respeito de cassinos.<br />
À semelhança de <em>Hedda Gabler</em> na peça de Henrik Ibisen, a mulher selvagem pode fingir que leva uma &#8220;vida normal&#8221; enquanto range os dentes, mas há sempre um preço ser pago. <em>Hedda</em> esconde uma vida perigosa e apaixonada, brincando com um ex-amante e com a Morte. Por fora, ela parece se contentar em usar chapéus e ouvir seu marido insípido reclamar da monotonia da vida. A mulher pode ser educada até mesmo cínica por fora, enquanto sofre de uma hemorragia interna.<br />
Ou ainda, como Janis Joplin, a mulher pode tentar se adequar até não conseguir agüentar mais; e então sua natureza criativa, corroída e revoltada por ter sido forçada a mergulhar nas sombras, entra em violenta erupção, rebelando-se contra os dogmas da &#8220;educação&#8221; com atitudes irresponsáveis que desdenham seu próprio talento e sua própria vida.<br />
Pode-se dar o nome que se quiser, mas ter uma vida secreta porque a vida real não tem espaço suficiente para vicejar é prejudicial à vitalidade da mulher. Mulheres famintas e em cativeiro escondem todo o tipo de coisa: músicas e livros proibidos, amizades, sensações sexuais, sentimentos religiosos. Elas escondem pensamentos furtivos, sonhos de revolução. Elas roubam tempo dos seus parceiros e das suas famílias. Escondem dentro de casa um tesouro. Tiram furtivamente o tempo para escrever, para pensar, para a alma. Elas escondem um espírito no quarto de dormir; um poema antes do trabalho; um carinho ou um abraço quando ninguém está olhando.<br />
Para escapar desse caminho polarizado, a mulher tem de abandonar a simulação. Esconder uma vida interior falsa nunca funciona. Ela sempre explode pela  lateral do pneu, quando menos esperamos. E aí, é a desgraça para todos. E melhor que despertemos, que nos levantemos, por mais caseira que seja nossa plataforma, e vivamos com a maior intensidade possível, da melhor maneira possível, deixando de lado a ocultação de falsos substitutos. Esperemos pelo que seja realmente significativo e saudável para nós.<br />
Na história, a menina consegue fazer passar os sapatos pela velha senhora de pouca visão. Nesse ponto afirma-se que o próprio sistema de valores rígido e perfeccionista não possui a capacidade de ver bem, de estar alerta para o que acontece ao seu redor. É típico da <em>psique</em> ferida, assim como da cultura nas mesmas condições, não perceber a aflição pessoal do <em>sel</em>f. E assim a jovem faz mais uma escolha infeliz em meio a uma série de outras.<br />
Partamos do pressuposto de que seu primeiro passo para o cativeiro, a entrada na carruagem dourada, tenha sido fruto da ignorância. Digamos que o abandono da sua própria criação  tenha sido irrefletido, mas característico de quem não tem experiência de vida. Agora, porém, ela quer aqueles sapatos na vitrina do sapateiro e, paradoxalmente, esse impulso em busca de uma nova vida é certo e apropriado, mas a verdade é que ela passou muito tempo na casa da velha senhora e, por isso, seus instintos não dão o alarme quando ela escolhe esse perigo mortal. Na realidade, o sapateiro conspira com a menina. Ele pisca e sorri com a sua triste opção. Juntos eles fazem passar os sapatos, sem que a velha perceba.<br />
As mulheres iludem-se dessa forma. Elas jogaram fora o tesouro, qualquer que ele pudesse ter sido, mas ficam escondendo coisinhas ínfimas sempre que podem.<br />
Será que elas escrevem? Escrevem, mas em segredo. E, assim, não têm apoio, nem <em>feedback</em>. A estudante universitária está procurando se superar? Está, mas sozinha, de tal modo que não pode obter ajuda ou orientação. E o que dizer da mulher ambiciosa que finge não o ser, mas que tem uma dedicação sincera a realizações para si mesma, para sua  gente, seu mundo? Ela tem sonhos vigorosos, mas se limita a continuar lutando em silêncio. É fatal não ter uma confidente, não ter um guia, não ter nem mesmo uma torcida ínfima.<br />
É difícil ocultar fragmentos de vida desse jeito, mas as mulheres o fazem todos os dias. Quando a mulher se sente obrigada a viver às ocultas, ela está pondo para funcionar um modo de subsistência mínima. Ela oculta a vida para que &#8220;eles&#8221; não ouçam, quem quer que &#8220;eles&#8221; sejam na sua vida. Superficialmente, ela aparenta desinteresse  e tranqüilidade mas, sempre que surge uma réstia de luz, sua alma esfaimada dá um salto, persegue a forma de vida mais próxima, alegra-se, dá coices, avança loucamente, dança como uma boba, fica exausta e depois tenta se esgueirar de volta à cela sombria antes que alguém perceba sua ausência.<br />
As mulheres infelizes no casamento agem assim. As mulheres forçadas a se sentirem inferiores agem assim. As mulheres cheias de vergonha, as que temem ser punidas, expostas ao ridículo ou à humilhação agem assim. As mulheres com instintos feridos agem assim. Esconder o que se faz  só é bom para a mulher no cativeiro se ela esconder o que for certo, só se o que ela esconder for exatamente o que a levará à libertação. No fundo, o ato de esconder fragmentos de vida que sejam corajosos, benéficos e que dêem satisfação faz com que a alma fique  ainda mais determinada a erradicar a mentira para ter a liberdade de viver a vida abertamente como bem lhe aprouver.<br />
Vejamos. Há algo na alma selvagem que não nos permite sobreviver para sempre com migalhas. Porque na realidade é impossível para a mulher que luta pela conscientização respirar um pouquinho de ar puro e se contentar com isso só.<br />
Lembre-se de quando você era criança e descobriu que era impossível cometer suicídio prendendo  a respiração? Embora você procure continuar só com um  pouquinho de ar ou sem ar nenhum, os seus pulmões parecem querer gritar, e alguma força impetuosa e imperativa faz com que você acabe inspirando o máximo de ar possível. Você sorve o ar, você o engole, até voltar a respirar normalmente.<br />
Felizmente existe um mecanismo semelhante na alma/psique. Ele nos domina e nos força a respirar fundo o ar puro. Na realidade, sabemos que não podemos subsistir de verdade se sorvermos a vida em goles mínimos. A força selvagem na alma da mulher exige que ela tenha acesso a tudo. E assim podemos ficar em estado de alerta e assimilar tudo o que for certo para nós.<br />
Na história, o sapateiro é um prenúncio do velho soldado, que mais tarde transmite vida aos sapatos que dançam até enlouquecer quem os calça. Há muitos pontos coincidentes entre esse personagem e o que sabemos da simbologia antiga para que o consideremos um mero espectador. O predador natural no interior da psique (e também aquele pertencente à cultura) é um mutante, uma força capaz de se disfarçar, da mesma forma que as armadilhas, arapucas e iscas envenenadas são disfarçadas para seduzir os desavisados. Devemos levar em consideração que ele transforma em brincadeira o ato de enganar a velha senhora.<br />
Não, é provável  que ele seja cúmplice do soldado, que é obviamente uma descrição do diabo disfarçado. Nos velhos tempos, o diabo, o soldado, o sapateiro, o corcunda e outros eram imagens usadas para retratar as forças negativas tanto na natureza da terra quanto na natureza humana.<br />
Embora pudéssemos sentir um orgulho justificado da alma com coragem suficiente para tentar apanhar secretamente alguma coisa, qualquer coisa, sob circunstâncias de tamanha carência, a verdade é que essa atitude por si só não pode ser o único  aspecto da questão. Uma psicologia abrangente deve incluir não só o corpo, a mente e o espírito, mas também, e de modo idêntico, a cultura e o ambiente.<br />
A partir dessa perspectiva, é preciso que perguntemos a cada estágio como acabou acontecendo que qualquer mulher específica tenha a sensação de precisar ser servil, retrair-se, humilhar-se e implorar por uma vida que, para começo de conversa, já lhe pertence. Um exame das pressões criadas em cada camada do mundo objetivo e do subjetivo irá evitar que a mulher imagine ser uma opção construtiva apanhar em segredo os sapatinhos do diabo.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mulheres Que Correm Com Lobos</em>, por Clarissa Pínkola Estés.</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Zenoline</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/mulheres-que-correm-com-lobos/'>Mulheres Que Correm Com Lobos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3874/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3874&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A voz da dúvida</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 17:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
				<category><![CDATA[As 7 Etapas de uma Transformação Consciente]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas ofensivas tornam-se realidade na medida em que nos comprometemos com a nossa nova visão. Como uma planta nova que busca o sol, precisamos de solo fértil e de nutrientes para atingir o nosso completo potencial. A primeira coisa que &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/09/a-voz-da-duvida/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3872&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://farm3.staticflickr.com/2635/3776506660_8faeae9071_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align:justify;">Nossas ofensivas tornam-se realidade na medida em que nos comprometemos com a nossa nova visão. Como uma planta nova que busca o sol, precisamos de solo fértil e de nutrientes para atingir o nosso completo potencial.<br />
A primeira coisa que precisamos alimentar é a nossa fé na nossa orientação superior interna. O filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard dizia: &#8220;Cada qual vem para a Terra com as ordens seladas.&#8221; Ter fé no nosso caminho ajuda-nos a interpretar essas ordens.<br />
Talvez você não se sinta pronto para o compromisso. Poucos de nós se sentem. A Sagrada Escritura nos faz lembrar dessa dinâmica da mudança em várias alegorias.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3872"></span>Dizem que Moisés, no início, resistia à sua missão, dizendo a Deus que não era o homem certo para o trabalho de conduzir o povo para fora do Egito; quando o jovem guerreiro, Arjuna, discute com o deus Krishna, insistindo no fato de que ainda não está pronto para ser um líder.<br />
Freqüentemente, descobrimos que, à medida que construímos uma nova fé na nossa verdade, a nossa antiga versão da realidade se levanta para nos ameaçar com sentimentos de que não vale a pena. &#8220;Quem sou eu para achar que posso viver dessa maneira? Como posso ser um instrumento de uma nova visão?&#8221;<br />
A nossa tendência é presumir que os outros não têm esses mesmos sentimentos de dúvida quando enfrentam um novo nível de compromisso. Acho que quase todos enfrentam. Eu passei por isso nos primeiros dias do meu trabalho de cura. Por mais que eu estivesse aprendendo na minha jornada, ou com o próprio trabalho de cura e de aconselhamento, eu ainda precisava cercar minhas descobertas com afirmações das autoridades reconhecidas. Levou muito tempo antes que eu pudesse simplesmente dizer: &#8220;Foi essa a minha experiência em Espírito. Veja o que significa para você.&#8221;<br />
Nos meus primeiros meses de trabalho, eu costumava dizer com freqüência: &#8220;Eu realmente não me considero digna deste trabalho&#8221;, achando que estava sendo humilde. Eu me recusava a dar palestras, insistindo no fato de que não estava pronta. Então, uma amiga demonstrou amor suficiente para comigo e disse: &#8220;Isso é apenas o ego falando.&#8221; Ela estava certa. Desde então, aprendi que a verdadeira humildade segue a orientação interior, mesmo quando o eu exterior está inseguro. &#8220;Minha orientação é para ficar em casa com essas duas crianças? Muito bem, vou fazer isso.&#8221; &#8220;Minha orientação interior é para subir no palco e falar? Vou fazer isso.&#8221; &#8220;Pintar o quadro&#8230; escolher a roupa&#8230; abandonar a negatividade&#8230; qualquer que seja a orientação, vou fazer isso.&#8221; Isso é humildade.<br />
Um mestre iniciante que eu conheço manifestou, para um colega mais experiente, o medo de não estar pronto ou de não ser digno. O conselho foi o seguinte: &#8220;Nenhum de nós sente que está pronto ou que é digno, mas a verdade está sempre pronta e é digna de ser dita.&#8221;<br />
Uma vez me foi dito em Espírito: &#8220;Submeta-se humildemente ao poder.&#8221; Levei algum tempo para entender isso. A maior parte de nós tem uma noção distorcida de poder, aprendendo-o em termos humanos como influência política, social ou econômica. O poder de Deus geralmente é visto como uma força fora de nós que nos atinge insistentemente ou nos abençoa, e não como a força que se move e se exprime através de nós. Quando o ego pessoal usurpa essa força para servir aos seus próprios fins, ele faz isso na ignorância. Eu posso alegremente dar um golpe no mundo com uma demonstração passageira de poder, mas tudo o que isso cria — de bom, de ruim, de indiferente — volta para ele. O princípio do retorno — &#8220;tudo o que vai, volta&#8221; — é uma lei muito impessoal, mas uma lei de amor.  Quando nos comprometemos com um outro aspecto da nossa verdade, nós entramos em sintonia com o verdadeiro poder. Não importa quão pequeno o movimento pareça ser para nós, estamos em treinamento para nos sintonizar com o fluxo universal.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>As 7 Etapas de Uma Transformação Consciente</em>, p. 192</p>
<p style="text-align:justify;">Foto: Daniel Paixão Fontes</p>
<br />Filed under: <a href='http://meumelhormododeser.com.br/category/as-7-etapas-de-uma-transformacao-consciente/'>As 7 Etapas de uma Transformação Consciente</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/meumelhormododeser.wordpress.com/3872/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3872&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Hilarion: Sinta Alegria, Seja Alegria, Irradie Alegria, em Pureza e Inocência Totalmente Sublime</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meumelhormododeser</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amados]]></category>
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		<description><![CDATA[Canalizada por Marlene Swetlishoff / Tsu-tana  01 de Janeiro, 2012  Amados, Deixem que o mantra para estes tempos seja a palavra &#8220;foco&#8221;. Não importa o que está ocorrendo no mundo ao seu redor, foquem seu amor sobre ele, o abençoem &#8230; <a href="http://meumelhormododeser.com.br/2012/01/06/hilarion-sinta-alegria-seja-alegria-irradie-alegria-em-pureza-e-inocencia-totalmente-sublime/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=meumelhormododeser.com.br&amp;blog=10756416&amp;post=3868&amp;subd=meumelhormododeser&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://unidadegaia.files.wordpress.com/2012/01/hilarion.jpg"><img title="hilarion" src="http://unidadegaia.files.wordpress.com/2012/01/hilarion.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Canalizada por Marlene Swetlishoff / Tsu-tana</em></p>
<p style="text-align:justify;"> <em>01 de Janeiro, 2012</em></p>
<p style="text-align:justify;"> Amados,</p>
<p style="text-align:justify;">Deixem que o mantra para estes tempos seja a palavra &#8220;foco&#8221;. Não importa o que está ocorrendo no mundo ao seu redor, foquem seu amor sobre ele, o abençoem e esparramem este amor por todo lugar e por qualquer situação em que se encontrarem. Saibam que cada um de vocês são representantes do Divino e que cada pensamento, palavra, e ação se torna importantíssima para trazer a realidade da Nova Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Ler mais em <a href="http://unidadegaia.wordpress.com/">Unidade Gaia</a>.</p>
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